Esta foi a segunda Copa do zagueiro Juan, ocupando a centro-esquerda da defesa brasileira, e a segunda Copa onde ele é eliminado nas quartas-de-final. Mas este jogador fez duas Copas irrepreensíveis.
Na minha modesta opinião, foi disparado o melhor jogador brasileiro na Copa. Absolutamente regular, com poucas falhas (o único lance feio a apontar, mas mesmo assim foi providencial, é o toque com a mão cortando o lançamento p´ro Cristiano Ronaldo, contra Portugal).
Fez uma partida absolutamente brilhante contra o Chile, embora alguns possam dizer que foi pouco exigido. Mas, quando foi, perfeição define sua participação. E, ainda, abriu o placar.
Foi monstruoso contra a Holanda, o único que parecia enxergar numa terra de cegos. Um primeiro tempo assombroso (no sentido positivo) e uma etapa final milagreira - por ele, não veio uma mini-goleada.
Só falta ou faltou, ao Juan, um espírito de liderança que, certamente, seria mais positiva que as lideranças que o time do Dunga tinha.
Tem um amigo que me chama de "outrista". É um jeito diferente de dizer "do contra". Mas não é verdade! O problema é que eu não compro algumas idéias que são vendidas e impostas. Faço questão de pensar com minha cabeça. O único problema é que é cabeça de corintiano, ou seja, não dá pra garantir imparcialidade. Mas eu vou buscá-la! E que o eventual leitor (que seja só um, mesmo) me cobre, por favor!
sexta-feira, 2 de julho de 2010
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